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	<title>Cesar Pasold</title>
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	<description>Comentários e análises sobre assuntos diversos.</description>
	<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 02:41:53 +0000</pubDate>
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		<title>FUNDAMENTOS DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 02:41:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius.de.filho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[JO&#195;O DOS PASSOS MARTINS NETO tem nova obra de sua lavra nas livrarias: &#8220;Fundamentos da Liberdade de Express&#227;o&#8221; (Florian&#243;polis: Insular: 2008). Trata-se do relato dos resultados de parte da pesquisa que efetuou como Visiting Research Fellow na Columbia Scholl of Law, em Nova York, Estados Unidos, durante o ano acad&#234;mico 2007-2008. Jo&#227;o dos Passos &#233; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong>JO&Atilde;O DOS PASSOS MARTINS NETO tem nova obra de sua lavra nas livrarias: &ldquo;<u>Fundamentos da Liberdade de Express&atilde;o</u>&rdquo; (Florian&oacute;polis: Insular: 2008). <br />Trata-se do relato dos resultados de parte da pesquisa que efetuou como Visiting Research Fellow na <em>Columbia Scholl of Law</em>, em Nova York, Estados Unidos, durante o ano acad&ecirc;mico 2007-2008. </strong><strong>Jo&atilde;o dos Passos &eacute; Procurador do Estado, Doutor pela UFSC e Professor na Gradua&ccedil;&atilde;o e na P&oacute;s Gradua&ccedil;&atilde;o em Direito. <br />Ao lado do zelo pela qualidade de conte&uacute;do, este autor se destaca pelo estilo primorosamente objetivo e cativante. Li,crescentemente motivado, &nbsp;em duas jornadas distribu&iacute;das em dois dias seguidos, o bel&iacute;ssimo texto. Aprendi muito e fui especialmente estimulado, pelo&nbsp;Livro, &nbsp;&agrave; reflex&atilde;o sobre o televante tema da liberdade de express&atilde;o e os fundamentos que a devam sustentar.<br />Destaquei alguns momentos que considero representativos da obra e que transcrevo aqui na seq&uuml;&ecirc;ncia, procurando estimular os meus Leitores a conhecerem a proposta integral contida em &ldquo;Fundamentos da Liberdade de Express&atilde;o&rdquo;. <br />Assim : <br />- &ldquo;&#8230; a ling&uuml;&iacute;stica tem muito mais a dar em favor do estudo da liberdade de express&atilde;o do que as metodologias do neoconstitucionalismo.&rdquo; (p.13) <br />- &ldquo; Os cidad&atilde;os, titulares do poder, s&atilde;o livres para criticar e acusar seus governos.&rdquo; (p.20) <br />- &ldquo; Por maior abrang&ecirc;ncia que se lhe queira atribuir, em nenhum sistema legal a liberdade de express&atilde;o &eacute; concebida em termos tais que signifiquem conferir prote&ccedil;&atilde;o e imunidade a toda e qualquer comunica&ccedil;&atilde;o.&rdquo; (p.29) <br />- &ldquo;&#8230; pode-se dizer que um ato comunicativo tem valor expressivo quando s&atilde;o aplic&aacute;veis a ele uma ou mais das poss&iacute;veis raz&otilde;es de prote&ccedil;&atilde;o que s&atilde;o os fundamentos da norma constitucional que garante a liberdade de express&atilde;o.&rdquo; (p.47). <br />- &ldquo; A premissa decisiva &eacute; a de que n&atilde;o deve ser deixado ao Estado, por seus governantes e legisladores, o poder de estabelecer ou o, no caso dos tribunais e ju&iacute;zes, o poder de referendar uma ortodoxia oficial, determinando o que &eacute; certo e errado em pol&iacute;tica, moral, hist&oacute;ria, arqueologia, economia, etc. Doutrinas oficiais, contra as quais n&atilde;o &eacute; admitido argumentar sob o risco de san&ccedil;&otilde;es criminais ou c&iacute;veis, s&atilde;o quase sempre suspeitas. Quem as estabelece, a par de n&atilde;o privar do dom da infalibilidade, tende a estar menos interessado na descoberta da verdade do que na preserva&ccedil;&atilde;o do seu pr&oacute;prio cargo pol&iacute;tico ou poder econ&ocirc;mico. As chances da verdade s&atilde;o maiores quando heresia e blasf&ecirc;mica s&atilde;o atributos da palavra que o direito n&atilde;o reconhece.&rdquo; (p.55) <br />- &ldquo; A liberdade de express&atilde;o &eacute;, apesar de tudo, importante para o progresso do saber ou, no m&iacute;nimo, em qualquer caso, prefer&iacute;vel a um sistema de verdades oficiais.&rdquo; (p. 57) <br />- &ldquo; A toler&acirc;ncia, &#8230;, n&atilde;o &eacute; s&oacute; &uacute;til; &eacute; a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o consent&acirc;nea com o regime democr&aacute;tico, que valoriza o debate em vez da imposi&ccedil;&atilde;o; com a doutrina de que a verdade requer o antagonismo para ser aprimorada; e com o preceito da inviolabilidade da liberdade de consci&ecirc;ncia.&rdquo; (p.69) <br />- &ldquo; O valor jur&iacute;dico de uma comunica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se define por fatores como o tema do discurso, o ponto de vista, a corre&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, a concord&acirc;ncia alheia, a eleg&acirc;ncia, a infalibilidade cient&iacute;fica, a intelig&ecirc;ncia, o interesse da autoridade. O que se exige &eacute;, apenas, a compatibilidade da mensagem com os fundamentos de prote&ccedil;&atilde;o da palavra : inclus&atilde;o na democracia, participa&ccedil;&atilde;o no saber, realiza&ccedil;&atilde;o da autonomia e promo&ccedil;&atilde;o da toler&acirc;ncia.&rdquo; (p. 83). <br />-&ldquo; o Estado n&atilde;o est&aacute; autorizado a proibir o discurso e a punir seu autor com base em raz&otilde;es de mera discord&acirc;ncia e contrariedade, seja atrav&eacute;s da lei, seja atrav&eacute;s do juiz. Se o fizer, viola a m&aacute;xima da neutralidade, que &eacute; uma decorr&ecirc;ncia do regime democr&aacute;tico, da liberdade do saber, da autonomia de consci&ecirc;ncia, do ideal da toler&acirc;ncia e, tamb&eacute;m, do princ&iacute;pio da igualdade.&rdquo; (p.93) <br /></strong></p>
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		<title>A LEI DOS PORTOS , O CAP E A EFICIÊNCIA</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 22:41:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius.de.filho</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#160;&#160; &#8220; Lei dos Portos &#8211; O Conselho de Autoridade Portu&#225;ria e a busca da Efici&#234;ncia&#8221; &#233; o t&#237;tulo do livro de autoria de WESLEY O. COLLYER, recentemente colocado nas livrarias, sob o selo da Lex Editora. Wesley COLLYER &#233; Mestre em Ci&#234;ncia Jur&#237;dica (Linha de Pesquisa:- Direito Portu&#225;rio) pela Univali. Foi Comandante de navios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong>&nbsp;&nbsp; &ldquo; <em>Lei dos Portos &ndash; O Conselho de Autoridade Portu&aacute;ria e a busca da Efici&ecirc;ncia</em>&rdquo; &eacute; o t&iacute;tulo do livro de autoria de WESLEY O. COLLYER, recentemente colocado nas livrarias, sob o selo da Lex Editora. <br />Wesley COLLYER &eacute; Mestre em Ci&ecirc;ncia Jur&iacute;dica (Linha de Pesquisa:- Direito Portu&aacute;rio) pela Univali. Foi Comandante de navios petroleiros, Juiz suplente do Tribunal Mar&iacute;timo, Inspetor de Frota Mar&iacute;tima, Negociador Trabalhista da Petrobr&aacute;s e Juiz Federal do Trabalho. &Eacute; co-autor do &ldquo; Dicion&aacute;rio de Com&eacute;rcio Mar&iacute;timo&rdquo; que j&aacute; se encontra em 3&ordf; edi&ccedil;&atilde;o. <br />O livro&ldquo; Lei dos Portos &ndash; O Conselho de Autoridade Portu&aacute;ria e a busca da Efici&ecirc;ncia&rdquo; foi competentemente constru&iacute;do pelo Autor a partir de sua Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado que foi aprovada, com nota 10(louvor e distin&ccedil;&atilde;o) no Curso de Mestrado em Ci&ecirc;ncia Jur&iacute;dica da Univali. <br />COLLYER cumpre totalmente, com o texto principal e seus anexos, os dois objetivos principais que estabeleceu ao in&iacute;cio de sua pesquisa, a saber: <br />&ldquo;a) discorrer sobre a crise dos portos nacionais antes da reforma do sistema portu&aacute;rio e sobre o processo que deu origem &agrave; Lei dos Portos, com &ecirc;nfase no Conselho de Autoridade Portu&aacute;ria; e <br />b) estudar a atua&ccedil;&atilde;o dos citados Conselhos e sugerir meios pelos quais pode ser alcan&ccedil;ada, a nosso pensar, maior efici&ecirc;ncia dos mesmos&rdquo;. <br />A estrutura capitular foi composta de maneira a, em rigorosa l&oacute;gica indutiva, alcan&ccedil;ar as finalidades de conte&uacute;do. <br />S&atilde;o nove cap&iacute;tulos cujos t&iacute;tulos denotam os respectivos conte&uacute;dos, assim: OS PORTOS BRASILEIROS ANTES DA LEI DE MODERNIZA&Ccedil;&Atilde;O; O PROJETO DE LEI N&deg; 08/91; A LEGISLA&Ccedil;&Atilde;O PORTU&Aacute;RIA NACIONAL; O CONSELHO DE AUTORIDADE PORTU&Aacute;RIA; AUTORIDADE PORTU&Aacute;RIA; A REGULA&Ccedil;&Atilde;O DO SETOR; RESIST&Ecirc;NCIAS AO CAP; POSS&Iacute;VEIS CAUSAS DA INEFICI&Ecirc;NCIA DOS CAPs;EM BUSCA DA EFICI&Ecirc;NCIA. <br />Seguem-se sete anexos, dos quais destaco, aqui o Anexo 1 (com os textos da Carta R&eacute;gia de 1808 e do Decreto de 18 de Junho de 1914), o Anexo 5 (contendo o Decreto de institui&ccedil;&atilde;o do Conselho Especial de Usu&aacute;rios), e o Anexo 6 (transcri&ccedil;&atilde;o do trecho da Lei Nacional dos Portos que cuida do Conselho de Autoridade Portu&aacute;ria). <br />De suas Conclus&otilde;es, ressalto trecho com cr&iacute;tica que o Autor faz nos seguintes termos: &ldquo;Autoridades (ou reparti&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas) fechadas em si, sem autonomia, sem vis&atilde;o do conjunto, n&atilde;o percebem a import&acirc;ncia global de um porto e, por conseq&uuml;&ecirc;ncia, n&atilde;o sabem atuar no local pensando no global. Enquanto isso, os grandes complexos portu&aacute;rios, geridos por profissionais verdadeiramente conhecedores da atividade portu&aacute;ria, do transporte mar&iacute;timo e do com&eacute;rcio exterior, utilizam-se da governan&ccedil;a corporativa, que harmoniza interesses, media conflito e exige &eacute;tica em todos os procedimentos.&rdquo; <br />E arremata: &ldquo;Al&eacute;m disso, falta verdadeiramente uma pol&iacute;tica nacional para o setor ( ou subsetor) portu&aacute;rio. Sem ela, n&atilde;o se tem atua&ccedil;&atilde;o uniforme por parte das diversas entidades que atuam nos portos e, dessa maneira, o progresso e o desenvolvimento chegam com atraso.&rdquo; <br />Especificamente quanto ao tema nuclear do Livro, constata COLLYER que &ldquo;passados 15 anos do advento da Lei dos Portos, as compet&ecirc;ncias do Conselho de Autoridade Portu&aacute;ria, suas responsabilidades e limites de atua&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o foram devidamente discutidos.&rdquo; <br />Demonstra: &ldquo; Apenas dois ou tr&ecirc;s doutrinadores trataram do tema e somente os representantes empresariais realizaram, nesse mesmo per&iacute;odo, cinco Encontros Nacionais de seus conselheiros. N&atilde;o h&aacute; registros de encontros nacionais de CAPs; nem de semin&aacute;rios locais que tenham reunido todas as autoridades que atuam no porto e, muito menos, de encontros de representantes de todos os que t&ecirc;m interesse na atividade portu&aacute;ria&rdquo;. <br />O livro &ldquo;Lei dos Portos &ndash; O Conselho de Autoridade Portu&aacute;ria e a busca da Efici&ecirc;ncia&rdquo; &eacute;, a meu ju&iacute;zo, de leitura indispens&aacute;vel por todos os que, direta ou indiretamente, lidam ou t&ecirc;m interesse pela atividade portu&aacute;ria no Brasil, com destaque para os que se preocupam com a teoria e a pr&aacute;tica do Direito Portu&aacute;rio brasileiro. <br />Lembro &ndash; por mais &oacute;bvio que possa parecer- como j&aacute; o fiz em meu Livro &ldquo;Li&ccedil;&otilde;es Preliminares de Direito Portu&aacute;rio&rdquo; (Florian&oacute;polis:Conceito Editorial, 2007) que &eacute; ineg&aacute;vel a influ&ecirc;ncia do Direito Portu&aacute;rio no devido equacionamento das atividades que dizem respeito aos Portos e &agrave; sua din&acirc;mica t&atilde;o essencial ao desenvolvimento social e econ&ocirc;mico dos Pa&iacute;ses e, portanto, do nosso Brasil. <br />Extremamente feliz foi Marcos Godoy PEREZ ( Diretor da revista Portos e Navios ), prefaciador do livro &ldquo; Lei dos Portos &ndash; O Conselho de Autoridade Portu&aacute;ria e a busca da Efici&ecirc;ncia&rdquo;, que, ap&oacute;s arrolar aspectos pol&ecirc;micos quanto ao CAP , elogia de maneira muito pertinente: &ldquo; Ao se propor deslindar os n&oacute;s desse tema, Wesley Collyer mergulhou nos prim&oacute;rdios da elabora&ccedil;&atilde;o da Lei n&deg; 8.630. O resultado &eacute; uma obra definitiva, que resgata as idas e vindas no Congresso at&eacute; a reda&ccedil;&atilde;o final da lei. Recupera de maneira reveladora as pesquisas que levaram &agrave; idealiza&ccedil;&atilde;o do CAP, mostrando que se trata de uma cria&ccedil;&atilde;o original e genuinamente nacional. Enfim, p&otilde;e um ponto final na discuss&atilde;o sobre &lsquo; em que modelo foi baseada&rdquo;. <br />PEREZ finaliza seu pref&aacute;cio, recomendando: &ldquo; Com sua vasta experi&ecirc;ncia jur&iacute;dica, mar&iacute;tima e acad&ecirc;mica, Wesley Collyer n&atilde;o se limita a colocar os &lsquo;pingos nos is&rsquo; , mas prop&otilde;e a&ccedil;&otilde;es para que a LMP passe &agrave; condi&ccedil;&atilde;o de lei madura, plena. Algumas das sugest&otilde;es s&atilde;o t&atilde;o simples e &oacute;bvias que, ao l&ecirc;-las, ficamos com a impress&atilde;o de que n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel que ainda n&atilde;o tenham sido implementadas. Leiam e vejam se n&atilde;o &eacute; isso mesmo&rdquo;. <br />Ao endossar estas manifesta&ccedil;&otilde;es que considero apropriadas, digo ao meu Leitor: dedique-se &agrave; obra &ldquo; Lei dos Portos &ndash; O Conselho de Autoridade Portu&aacute;ria e a busca da Efici&ecirc;ncia&rdquo; ( S&atilde;o Paulo: Lex Editora, 2008). <br />Leia-a com aten&ccedil;&atilde;o, porque, certamente, haver&aacute; um excelente processo de aprendizagem sobre a atividade e o direito portu&aacute;rio, com acumula&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es e, sobretudo, absor&ccedil;&atilde;o de fundamentos para uma respons&aacute;vel reflex&atilde;o te&oacute;rica e pr&aacute;tica sobre este relevante tema. <br />[ Contatos com a Lex Editora: www.lex.com.br ] </strong></p>
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		<title>BARACK OBAMA</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 20:42:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius.de.filho</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Minha primeira percep&#231;&#227;o sobre a recente elei&#231;&#227;o do Senador Barack Obama para a Presid&#234;ncia dos Estados Unidos da Am&#233;rica ocorre com &#234;nfase em seis aspectos, cinco positivos e um que pode ser negativo ou positivo: 1&#186; - a relev&#226;ncia hist&#243;rica do fato de um afro-descendente ter sido eleito para a Presid&#234;ncia da maior pot&#234;ncia mundial; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong>Minha primeira percep&ccedil;&atilde;o sobre a recente elei&ccedil;&atilde;o do Senador Barack Obama para a Presid&ecirc;ncia dos Estados Unidos da Am&eacute;rica ocorre com &ecirc;nfase em seis aspectos, cinco positivos e um que pode ser negativo ou positivo: <br />1&ordm; - a relev&acirc;ncia hist&oacute;rica do fato de um afro-descendente ter sido eleito para a Presid&ecirc;ncia da maior pot&ecirc;ncia mundial; <br />2&ordm; - a vit&oacute;ria que obteve, quando de sua escolha como candidato na conven&ccedil;&atilde;o do Partido Democrata, derrotando o casal Clinton e se colocando, em conseq&uuml;&ecirc;ncia, como l&iacute;der incontest&aacute;vel do Partido; <br />3&ordm; - a significativa arrecada&ccedil;&atilde;o de fundos de campanha, com evidente participa&ccedil;&atilde;o do povo (valores pequenos de doa&ccedil;&atilde;o em propor&ccedil;&atilde;o forte) e acionamento do mais contempor&acirc;neo dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o, a Internet, em grande intensidade; <br />4&ordm; - a promessa de campanha no sentido de que o seu governo ser&aacute; caracterizado pela transpar&ecirc;ncia, a qual, como adverte Norberto Bobbio, &eacute; caracter&iacute;stica essencial da Democracia; <br />5&ordm; - a sua evidente prepara&ccedil;&atilde;o e disposi&ccedil;&atilde;o de di&aacute;logo com o mundo, afastando-se da atual pr&aacute;tica de mon&oacute;logo e belicosidade dos Estados Unidos com rela&ccedil;&atilde;o a certos Pa&iacute;ses; <br />6&ordm; - a sua inexperi&ecirc;ncia administrativa que, entretanto, pode ser compensada com a escolha adequadamente competente de seus auxiliares no Governo dos Estados Unidos. <br /></strong></p>
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		<title>PERDEMOS UM CIENTISTA ESPECIAL</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Nov 2008 03:41:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius.de.filho</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O recente falecimento do Professor Dr. Silvio Coelho dos Santos, em Florian&#243;polis/SC, significa a retirada de nossa conviv&#234;ncia de um cientista especial. Pesquisador dotado das mais elevadas qualidades cient&#237;ficas, o Professor Silvio cultivava - com muita sabedoria- o rigor metodol&#243;gico, o respeito &#224;s fontes, a exatid&#227;o de resultados, a qualidade de pesquisa de campo, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong><font color="#0000ff">O recente falecimento do Professor Dr. Silvio Coelho dos Santos, em Florian&oacute;polis/SC, significa a retirada de nossa conviv&ecirc;ncia de um cientista especial. <br />Pesquisador dotado das mais elevadas qualidades cient&iacute;ficas, o Professor Silvio cultivava - com muita sabedoria- o rigor metodol&oacute;gico, o respeito &agrave;s fontes, a exatid&atilde;o de resultados, a qualidade de pesquisa de campo, a completude dos relatos e a abertura para di&aacute;logo e para a fundamentada recomposi&ccedil;&atilde;o dos rumos da pesquisa. <br />Mas, sobretudo, o maior atributo do Professor era o seu inarred&aacute;vel compromisso com a Fun&ccedil;&atilde;o Social da Ci&ecirc;ncia, vale dizer, com uma pr&aacute;tica cient&iacute;fica que traga resultados positivos e construtivos para a Sociedade, tanto em seu <em>lato sensu</em> ( a Sociedade Humana) quanto em seu <em>stricto sensu</em> ( a Sociedade especificamente examinada numa atividade cient&iacute;fica). <br />Tive o privil&eacute;gio de ser seu Aluno, na disciplina &ldquo;Metodologia Cient&iacute;fica&rdquo;, quando cumpri meu Curso de Mestrado em Direito ( &ecirc;nfase em direito e pol&iacute;tica) na UFSC. <br />A partir das bases s&oacute;lidas que dele recebi, desenvolvi habilidades nesta &aacute;rea de conhecimento e pr&aacute;tica investigat&oacute;ria que me permitiram realizar e concluir com seguran&ccedil;a cient&iacute;fica a minha Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Institui&ccedil;&otilde;es Jur&iacute;dico-pol&iacute;ticas (UFSC), a minha Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Sa&uacute;de P&uacute;blica (USP), a minha Tese de Doutorado em Direito do Estado(USP), e a minha pesquisa conclusiva de P&oacute;s-doutorado em Direito das Rela&ccedil;&otilde;es Sociais (UFPR). <br />Ademais, os ensinamentos que obtive das aulas eficientes do Professor S&iacute;lvio me serviram de primeiros fundamentos para o meu livro intitulado &ldquo; Metodologia da Pesquisa Jur&iacute;dica: teoria e pr&aacute;tica&rdquo; , que est&aacute; j&aacute; em sua 11&ordf; edi&ccedil;&atilde;o. <br />Presto aqui minhas modestas homenagens p&oacute;stumas, torno publica a minha rever&ecirc;ncia cient&iacute;fica e, principalmente, registro meus agradecimentos ao Professor Doutor S&iacute;lvio Coelho dos Santos, pelo seu exemplo &iacute;mpar para todos os que se dedicam &agrave; Ci&ecirc;ncia e ao Magist&eacute;rio. </p>
<p></font></strong></p>
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		<title>ENTREVISTA SOBRE O SEGUNDO TURNO EM FLORIANÕPOLIS</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 05:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius.de.filho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O Acad&#234;mico de Curso de Jornalismo F&#225;bio Lima Sousa solicitou-me breve entrevista sobre o 2&#186; Turno das Elei&#231;&#245;es em Florian&#243;polis encerrado no domingo, dia 26 de outubro pp. A seguir apresento,&#160;literalmente,&#160;as perguntas do Acad&#234;mico F&#225;bio e as minhas respostas. Pergunta : Como que o senhor avaliou as duas &#250;ltimas semanas nas campanhas eleitorais de Tv, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong>O Acad&ecirc;mico de Curso de Jornalismo F&aacute;bio Lima Sousa solicitou-me breve entrevista sobre o 2&ordm; Turno das Elei&ccedil;&otilde;es em Florian&oacute;polis encerrado no domingo, dia 26 de outubro pp. <br />A seguir apresento,&nbsp;literalmente,&nbsp;as perguntas do Acad&ecirc;mico F&aacute;bio e as minhas respostas. <br />Pergunta : Como que o senhor avaliou as duas &uacute;ltimas semanas nas campanhas eleitorais de Tv, R&aacute;dio e Jornal de ambos os candidatos? <br /><font color="#0000ff">Resposta: Do ponto de vista t&eacute;cnico= qualidade boa. Do ponto de vista Pol&iacute;tico (com P mai&uacute;sculo)= dosagem insuficiente de aspectos program&aacute;ticos. <br /></font>Pergunta : Quem voc&ecirc; acha que fez um marketing politico melhor? <br /><font color="#0000ff">Resposta : Neste aspecto n&atilde;o verifiquei diferen&ccedil;a significativa entre as duas campanhas, de modo que n&atilde;o tenho porque ressaltar uma delas em detrimento da outra. <br /></font>Pergunta : O Amim conseguiu 5 minutos a mais neste s&aacute;bado como direito de resposta. O D&aacute;rio apelou na campanha? Comente esse assunto. <br /><font color="#0000ff">Resposta : Os resultados do segundo turno n&atilde;o permitem, a meu ju&iacute;zo, nenhuma sustenta&ccedil;&atilde;o para uma indica&ccedil;&atilde;o de influ&ecirc;ncia contundente dos dois aspectos ressaltados na pergunta, vale dizer: n&atilde;o considero poss&iacute;vel ponder&aacute;-los em termos de peso nos resultados do segundo turno. <br /></font>Pergunta : Se o Amim tivesse atacado menos o D&aacute;rio ele teria chance de ser eleito? <br /><font color="#0000ff">Resposta : Como cientista n&atilde;o tenho condi&ccedil;&otilde;es de responder a esta quest&atilde;o, porque n&atilde;o tive acesso a pesquisas em que este aspecto tenha sido sistematicamente verificado junto aos eleitores durante a campanha, mormente em seu tempo final. Eximo-me de qualquer especula&ccedil;&atilde;o, portanto. <br /></font>Pergunta : Voc&ecirc; acha que nas &uacute;ltimas duas semanas os candidatos se perderam e esqueceram das propostas, prejudicando assim a popula&ccedil;&atilde;o de Florian&oacute;polis? <br /><font color="#0000ff">Resposta: Reporto-me &agrave; segunda parte de minha resposta &agrave; primeira quest&atilde;o do presente question&aacute;rio: ao longo da campanha deste segundo turno houve, do ponto de vista Pol&iacute;tico ( com P mai&uacute;suculo), uma dosagem insuficiente de aspectos program&aacute;ticos. Quanto ao &quot;prejudicando assim a popula&ccedil;&atilde;o de Florian&oacute;polis&quot;: a mensura&ccedil;&atilde;o deste &quot;preju&iacute;zo&quot; &eacute; muito dif&iacute;cil de ser efetuada. <br /></font>Pergunta : Como que voc&ecirc; avalia para a cidade a vit&oacute;ria de D&aacute;rio Berger? <br /><font color="#0000ff">Resposta: Caso o candidato reeleito cumpra suas promessas de obras e realiza&ccedil;&otilde;es conjunturais expostas durante a campanha no primeiro e no segundo turno dever&aacute; haver ganho concreto para Florian&oacute;polis. <br /></font></strong></p>
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		<title>ELEIÇÕES</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 21:05:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius.de.filho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[As elei&#231;&#245;es s&#227;o um dos mecanismos essenciais &#224; Democracia, juntamente com o plebiscito e o referendum. Para cumprir adequadamente a condi&#231;&#227;o de indispensabilidade ao Regime Democr&#225;tico, as elei&#231;&#245;es precisam ter os seguintes atributos : devem ser universais, secretas e peri&#243;dicas. Isto significa que: 1- todos os habilitados ao processo eleitoral, ou seja, os eleitores ter&#227;o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong>As elei&ccedil;&otilde;es s&atilde;o um dos mecanismos essenciais &agrave; Democracia, juntamente com o plebiscito e o <em>referendum</em>. <br />Para cumprir adequadamente a condi&ccedil;&atilde;o de indispensabilidade ao Regime Democr&aacute;tico, as elei&ccedil;&otilde;es precisam ter os seguintes atributos : devem ser universais, secretas e peri&oacute;dicas. <br />Isto significa que: <br />1- todos os habilitados ao processo eleitoral, ou seja, os eleitores ter&atilde;o acesso e oportunidade de exerc&iacute;cio de seu voto; <br />2- o voto &eacute; uma manifesta&ccedil;&atilde;o individual do eleitor e somente ele conhece a sua op&ccedil;&atilde;o, que n&atilde;o pode ser tornada p&uacute;blica na sua singularidade; <br />3- todos os mandatos decorrentes das escolhas nas elei&ccedil;&otilde;es devem ter dura&ccedil;&atilde;o determinada, com disciplina clara e not&oacute;ria sobre a possibilidade e os limites de reelei&ccedil;&atilde;o, esta &uacute;ltima a ser explicitada ou n&atilde;o, especialmente no que concerne aos cargos eletivos de Chefia do Poder Executivo. <br />Nas elei&ccedil;&otilde;es, a cidadania pol&iacute;tica se consagra em plenitude, apura-se a vontade soberana do povo, e efetiva-se a igualdade entre todos os integrantes da Sociedade na manifesta&ccedil;&atilde;o da decis&atilde;o quanto &agrave; condu&ccedil;&atilde;o dos assuntos do Estado e ao direcionamento dos atos de Governo. <br />&Eacute; no sagrado (do ponto de vista pol&iacute;tico) momento em que o eleitor, diante da urna, decide e confirma seu voto, que a soberania popular se renova e se fortalece. <br />O resultado das urnas &eacute; a express&atilde;o desta soberania popular, que fica manifestada na concess&atilde;o de exerc&iacute;cio de poder aos eleitos. <br />Quando h&aacute; elei&ccedil;&otilde;es em dois turnos um dos aspectos mais importantes do momento eleitoral se consuma integralmente: a legitimidade do eleito se firma em plenitude indiscut&iacute;vel, porque ele tem o seu nome determinado pela maioria absoluta dos votos v&aacute;lidos. <br />Esta situa&ccedil;&atilde;o ocorre, no caso brasileiro, nos Munic&iacute;pios com mais de 200.000 eleitores e nas elei&ccedil;&otilde;es para Governadores dos Estados Federados e para Presidente da Rep&uacute;blica. <br />A meu ju&iacute;zo a previs&atilde;o de elei&ccedil;&atilde;o em dois turnos nestes casos (pessoalmente sou favor&aacute;vel a que a determina&ccedil;&atilde;o se fizesse, no que diz respeito aos Munic&iacute;pios, j&aacute; para aqueles com mais de 100.000 eleitores) &eacute; provid&ecirc;ncia apropriada ao fortalecimento do processo eleitoral democr&aacute;tico na medida em que, repito, traz legitimidade plena aos eleitos. <br /></strong></p>
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		<title>MACHADO DE ASSIS</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Oct 2008 04:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius.de.filho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 29 de setembro de 1908 faleceu, no Rio de Janeiro, Joaquim Maria MACHADO DE ASSIS, o genial escritor que fora aclamado, em 15 de dezembro de 1896, o primeiro Presidente da Academia Brasileira de Letras. Estamos, portanto, h&#225; cem anos de sua morte. &#201; momento especial para homenage&#225;-lo, como cada um julgar que deva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Em 29 de setembro de 1908 faleceu, no Rio de Janeiro, Joaquim Maria <strong>MACHADO DE ASSIS</strong>, o genial escritor que fora aclamado, em 15 de dezembro de 1896, o primeiro Presidente da Academia Brasileira de Letras. Estamos, portanto, h&aacute; cem anos de sua morte. &Eacute; momento especial para homenage&aacute;-lo, como cada um julgar que deva fazer. De minha parte, optei por reverenciar a sua mem&oacute;ria relendo um de seus romances, e colecionando do livro doze &ldquo;luzes&rdquo; que refletem, ainda que em &iacute;nfima parte, a ess&ecirc;ncia da sabedoria de Machado de Assis. A obra eleita foi &ldquo;<strong>A M&Atilde;O E A LUVA</strong>&rdquo; (S&atilde;o Paulo : Globo, 1997. 107 p.) e dela, escolhi : <br /><strong>1- &ldquo;&#8230;as paix&otilde;es n&atilde;o aceleram nem moderam o passo do tempo.&rdquo;(p.6) <br />2- &ldquo;A natureza tem suas leis imperiosas;e o homem, ser complexo, vive n&atilde;o s&oacute; do que ama, mas tamb&eacute;m (f&ocirc;r&ccedil;a &eacute; diz&ecirc;-lo) do que come.&rdquo;(p.6) <br />3- &ldquo;O amor &eacute; uma carta mais ou menos longa, escrita em papel velino, corte-dourado, muito cheiroso e catita; carta de parab&eacute;ns quando se l&ecirc;, carta de p&ecirc;sames quando se acabou de ler.&rdquo;(p.7) <br />4- &ldquo;Os receios da juventude n&atilde;o s&atilde;o decerto igualmente nobres, nem igualmente fr&iacute;volos, em todos os tempos; mas a culpa ou o merecimento n&atilde;o &eacute; dela - a pobre juventude - &eacute; sim do tempo que lhe cai em sorte.&rdquo;(p.8) <br />5- &ldquo;&#8230; &eacute; pr&oacute;prio da pusilanimidade iludir-se a si mesma.&rdquo;(p.38) <br />6- &ldquo;Tudo &eacute; aliado do homem que sabe querer&#8230;&rdquo;(p.77) <br />7- &ldquo;A arraiada branqueava o c&eacute;u, tingiria depois o cimo dos montes, entornar-se-ia enfim pela encosta abaixo, at&eacute; aparecer o sol,- o sol contempor&acirc;neo de Ad&atilde;o , e do &uacute;ltimo homem que h&aacute; de vir.&rdquo;(p. 81) <br />8- &ldquo;H&aacute; no amor um g&eacute;rmen de &oacute;dio que pode vir a desenvolver-se depois.&rdquo;(p.88) <br />9- &ldquo;A vontade e a ambi&ccedil;&atilde;o, quando verdadeiramente dominam, podem lutar com outros sentimentos, mas h&atilde;o de sempre vencer porque elas s&atilde;o as armas do forte, e a vit&oacute;ria &eacute; dos fortes.&rdquo; (p.93) <br />10- &ldquo;&#8230; as apar&ecirc;ncias de um sacrif&iacute;cio valem mais, muita vez, do que o pr&oacute;prio sacrif&iacute;cio.&rdquo; (p.100) <br />11- &ldquo;Toda a alma feliz &eacute; pante&iacute;sta; parece-lhe que Deus lhe sorri de dentro da flor que desabrocha, do fundo da &aacute;gua que serpeia murmurando, e at&eacute; da envolta com o cip&oacute; humilde e r&uacute;stico, ou no seixo bronco e desprezado do ch&atilde;o.&rdquo;(p.104) <br />12- &ldquo;A felicidade &eacute; isto mesmo : raro lhe sobra a mem&oacute;ria para as dores alheias.&rdquo;(p.104) <br /></strong></p>
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		<title>PERFIL ÉTICO DO ADVOGADO</title>
		<link>http://cesarpasold.blog.terra.com.br/2008/10/04/perfil-etico-do-advogado/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 03:41:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius.de.filho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#34; O ADVOGADO DEVE : 
- SER DOTADO DE CORAGEM, INDEPEND&#202;NCIA, ALTIVEZ, DIGNIDADE, CORRE&#199;&#195;O, HONESTIDADE E LEALDADE; CULTIVAR A VERDADE NA BUSCA DA JUSTI&#199;A; CONSTITUIR-SE NUM DEFENSOR INTRANSIGENTE DA CORRETA CONEX&#195;O ENTRE A LEGALIDADE E A LEGITIMIDADE; TER ELEVADO SENSO PROFISSIONAL E DESPREENDIMENTO DE FORMA A EXERCER, SEM QUALQUER DISCRIMINA&#199;&#195;O, A SUA FUN&#199;&#195;O SOCIAL, SUBMETENDO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;&quot; O ADVOGADO DEVE : </p>
<p align="justify">- SER DOTADO DE CORAGEM, INDEPEND&Ecirc;NCIA, ALTIVEZ, DIGNIDADE, CORRE&Ccedil;&Atilde;O, HONESTIDADE E LEALDADE; CULTIVAR A VERDADE NA BUSCA DA JUSTI&Ccedil;A; CONSTITUIR-SE NUM DEFENSOR INTRANSIGENTE DA CORRETA CONEX&Atilde;O ENTRE A LEGALIDADE E A LEGITIMIDADE; TER ELEVADO SENSO PROFISSIONAL E DESPREENDIMENTO DE FORMA A EXERCER, SEM QUALQUER DISCRIMINA&Ccedil;&Atilde;O, A SUA FUN&Ccedil;&Atilde;O SOCIAL, SUBMETENDO A ELA OS VALORES ECON&Ocirc;MICOS; AGIR SEMPRE COM &Eacute;TICA, OU SEJA, PAUTANDO RIGOROSAMENTE A SUA CONDUTA EM CONFORMIDADE COM OS PRINC&Iacute;PIOS DO SEU C&Oacute;DIGO DE &Eacute;TICA PROFISSIONAL; E, MANTER-SE EM PERMANENTE PROCESSO DE ACULTURAMENTO, QUER NA CI&Ecirc;NCIA JUR&Iacute;DICA, QUANTO NO CONHECIMENTO S&Oacute;CIO-POL&Iacute;TICO, DESENVOLVENDO-SE CONSTANTEMENTE COMO SER PESQUISADOR, REFLEXIVO E RESPONSAVELMENTE CR&Iacute;TICO&quot;. </p>
<p align="justify">(em: PASOLD, Cesar Luiz. <strong>O Advogado e a Advocacia.</strong> 3 ed. Florian&oacute;polis: OAB/SC Editora, 2001.p. 124 e 125) </p>
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		<title>OS DIREITOS DOS PARKINSONIANOS</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 22:44:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius.de.filho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A ASSOCIA&#199;&#195;O BRASIL PARKINSON &#8220; &#233; uma institui&#231;&#227;o reconhecida como de Fins Filantr&#243;picos pelo Conselho Nacional de Assist&#234;ncia Social, do Minist&#233;rio da Previd&#234;ncia e Assist&#234;ncia Social&#8221;.Conforme seus Dirigentes ela n&#227;o tem fins lucrativos e sobrevive unicamente gra&#231;as &#224; contribui&#231;&#227;o de associados e volunt&#225;rios &#8220;pois n&#227;o conta com nenhuma outra fonte de renda&#8221;. N&#227;o &#233; preciso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A ASSOCIA&Ccedil;&Atilde;O BRASIL PARKINSON &ldquo; &eacute; uma institui&ccedil;&atilde;o reconhecida como de Fins Filantr&oacute;picos pelo Conselho Nacional de Assist&ecirc;ncia Social, do Minist&eacute;rio da Previd&ecirc;ncia e Assist&ecirc;ncia Social&rdquo;.Conforme seus Dirigentes ela n&atilde;o tem fins lucrativos e sobrevive unicamente gra&ccedil;as &agrave; contribui&ccedil;&atilde;o de associados e volunt&aacute;rios &ldquo;pois n&atilde;o conta com nenhuma outra fonte de renda&rdquo;. N&atilde;o &eacute; preciso ser Parkinsoniano ou parente de pessoa portadora da Doen&ccedil;a para se associar: qualquer pessoa que desejar ajudar, pode. Basta acessar o site www.parkinson.org.br e qualificar-se para este aux&iacute;lio econ&ocirc;mico. A Associa&ccedil;&atilde;o, entre suas relevantes atividades, edita uma revista chamada &ldquo; BEIJA-FLOR&rdquo;, destinada a &ldquo; levar informa&ccedil;&otilde;es, not&iacute;cias, dicas e esclarecimentos importantes para os Parkinsonianos, familiares e interessados sobre o tema&rdquo;. Em seu n&uacute;mero 57 a revista &ldquo;BEIJA-FLOR&rdquo; trouxe como mat&eacute;ria de capa &ldquo; Direitos do Parkinsoniano&rdquo;, assunto com o qual se ocupa da p&aacute;gina 12 &agrave; p&aacute;gina 15, tratando dos que denomina &ldquo;Direitos Legais e Sociais&rdquo; , da &ldquo; Sa&uacute;de-Tratamento e Medicamentos&rdquo; , dos &ldquo;Direitos Perante a Previd&ecirc;ncia Social&rdquo; e outros temas jur&iacute;dicos e para-jur&iacute;dicos. Fiz uma sele&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s trechos da referida mat&eacute;ria na revista em quest&atilde;o e trago aqui com o objetivo de divulgar aspectos estrat&eacute;gicos deste relevante tema da Sa&uacute;de P&uacute;blica e do Direito &agrave; Sa&uacute;de. Depois de informar que &ldquo;o Brasil possui cerca de 200 mil Parkinsonianos, a grande maioria formada por pacientes de mais de 60 anos&rdquo;, o artigo pontua que &ldquo; &eacute; preciso deixar bem definido que, do ponto de vista f&iacute;sico e dependendo do est&aacute;gio da doen&ccedil;a, o Parkinsoniano deve ser reconhecido como uma pessoa portadora de defici&ecirc;ncia ou necessidades especiais. E em vez de uma posi&ccedil;&atilde;o assistencialista e cheia de piedade, o que se quer no mundo moderno &eacute; construir cidad&atilde;os capazes e participativos, mesmo que num primeiro momento eles encontrem dificuldades para isso.&rdquo; Mais adiante consta uma contribui&ccedil;&atilde;o da Advogada Fernanda Tavares que &eacute; muito oportuna e esclarecedora, nestes termos:&ldquo;Sabe-se que o portador da doen&ccedil;a de Parkinson &eacute; um cidad&atilde;o que necessita de cuidados especiais. N&atilde;o bastasse a disfun&ccedil;&atilde;o neurol&oacute;gica inicial respons&aacute;vel pelo diagn&oacute;stico da enfermidade, para a qual o paciente precisa de tratamento medicamentoso cont&iacute;nuo, o Parkinsoniano tem ainda uma s&eacute;rie de outras preocupa&ccedil;&otilde;es comuns ao pr&oacute;prio desenvolvimento da doen&ccedil;a. &Eacute; o caso, por exemplo, das sess&otilde;es de fisioterapia, de fonoaudiologia, do acompanhamento nutricional e psicol&oacute;gico que realmente lhe s&atilde;o indicados, sempre em prol da melhor qualidade de vida&rdquo;. Fa&ccedil;o aqui destaque para a contundente constata&ccedil;&atilde;o de que a Constitui&ccedil;&atilde;o Brasileira vigente ( que neste ano de 1988 comemora 20 anos de exist&ecirc;ncia) &lsquo;estabelece que o Estado tem a obriga&ccedil;&atilde;o de garantir sa&uacute;de a todos os seus cidad&atilde;os, sem qualquer discrimina&ccedil;&atilde;o de sexo, cor, idade, ra&ccedil;a, condi&ccedil;&atilde;o financeira ou quando for necess&aacute;rio um tratamento diferenciado&acute;. Por isso, &eacute; poss&iacute;vel cobrar na justi&ccedil;a o fornecimento de medicamentos e tratamentos que n&atilde;o estejam sendo disponibilizados gratuitamente. Este fornecimento deve perdurar durante o per&iacute;odo que for necess&aacute;rio para o paciente. Na hip&oacute;tese da doen&ccedil;a de Parkinson, que ainda n&atilde;o tem cura, esse fornecimento judicialmente cobrado, em regra, torna-se vital&iacute;cio&rdquo;.Tais considera&ccedil;&otilde;es da Advogada Fernanda Tavares,insisto, s&atilde;o muito importantes e merecem toda a divulga&ccedil;&atilde;o para que haja uma dissemina&ccedil;&atilde;o eficaz e eficiente da consci&ecirc;ncia jur&iacute;dica quanto aos Direitos dos Parkinsonianos. <br />Ademais e enfim, &eacute; fundamental perceber tamb&eacute;m que n&atilde;o apenas do Poder P&uacute;blico, mas e tamb&eacute;m de toda a Sociedade, deve advir a contribui&ccedil;&atilde;o efetiva para a melhoria da qualidade de Vida dos Parkinsonianos, direito este, repita-se, que lhes &eacute; constitucionalmente reconhecido. <br />&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; </p>
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		<title>A ÉTICA DE NORBERTO BOBBIO : NOVO LIVRO</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 23:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vinicius.de.filho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[J&#225; est&#225; sendo distribu&#237;do nas Livrarias o livro mais recente de minha autoria . A obra tem por t&#237;tulo &#34;ENSAIO SOBRE A &#201;TICA DE NORBERTO BOBBIO&#34;. Ela foi prefaciada, para minha honra, pelo Prof. Dr. Jos&#233; Alceb&#237;ades de Oliveira J&#250;nior, um dos maiores especialistas em Bobbio na Am&#233;rica Latina.&#160;A edi&#231;&#227;o &#233; da Editora Conceito Editorial. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong>J&aacute; est&aacute; sendo distribu&iacute;do nas Livrarias o livro mais recente de minha autoria . <br />A obra tem por t&iacute;tulo &quot;ENSAIO SOBRE A &Eacute;TICA DE NORBERTO BOBBIO&quot;. Ela foi prefaciada, para minha honra, pelo Prof. Dr. Jos&eacute; Alceb&iacute;ades de Oliveira J&uacute;nior, um dos maiores especialistas em Bobbio na Am&eacute;rica Latina.</strong><strong>&nbsp;A edi&ccedil;&atilde;o &eacute; da Editora Conceito Editorial. <br />Na obra, fixei e cumpri dois objetivos sucessivos: <br />(1) compor um retrato cronol&oacute;gico e intelectual de Bobbio, <br />e, em seguida, <br />(2) esbo&ccedil;ar a configura&ccedil;&atilde;o, de um lado, da &Eacute;tica Pessoal de Bobbio (nesta express&atilde;o ele &eacute; considerado como pessoa, pesquisador, fil&oacute;sofo, cientista, professor e jurista), e de outro lado, uma sele&ccedil;&atilde;o das prescri&ccedil;&otilde;es que exarou quanto &agrave; melhor &Eacute;tica para a coletividade politicamente considerada ou para o indiv&iacute;duo viver melhor nesta coletividade. <br />O resultado foi o desenho de um C&oacute;digo de &Eacute;tica do not&aacute;vel fil&oacute;sofo e jurista italiano que se caracteriza, tanto no plano pessoal como nas recomenda&ccedil;&otilde;es para a Vida em Sociedade, pela sua coer&ecirc;ncia e solidez axiol&oacute;gica. <br />Assim: <br />- no primeiro aspecto &ndash; ou seja, no plano pessoal, stricto e lato sensu- em s&iacute;ntese, pontificam, no m&iacute;nimo, os seguintes Valores &Eacute;ticos: a fam&iacute;lia, destacadamente a esposa Val&eacute;ria; humildade cient&iacute;fica, sobressaindo-se a permiss&atilde;o para a d&uacute;vida e a cautela nos ju&iacute;zos sobre autores e obras; rigor intelectual com preocupa&ccedil;&atilde;o e pr&aacute;tica de esmerada metodologia; laicidade n&atilde;o confessional; pessimismo como dever civil; a solidariedade do intelectual para com os mais necessitados e oprimidos; e, o seu engajamento em defesa da liberdade e da igualdade; <br />- no segundo aspecto &ndash; a melhor axiologia para a vida coletiva &ndash; destaco, aqui tamb&eacute;m em s&iacute;ntese, os seguintes Valores &Eacute;ticos: a necessidade do abandono do ego&iacute;smo por parte dos indiv&iacute;duos que integram uma Sociedade; comprometimento dos homens p&uacute;blicos com o Bem Comum e n&atilde;o com interesses particulares; efetiva&ccedil;&atilde;o da Paz; e permanente realiza&ccedil;&atilde;o da melhor Democracia poss&iacute;vel. <br />Contatos com a editora : <a href="http://www.editoraconceitoeditorial.com">www.editoraconceitoeditorial.com</a>&nbsp;&nbsp;<br /></strong></p>
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